Tribo K’uychita Xamanismo

Centro xamânico de estudos da consciência, autoconhecimento e cura com as sagradas medicinas da floresta.

Tribo K’uychita

Além de um espaço físico, pois, além do meu espaço, o Espaço Om, também conduzo cerimônias em outros espaços parceiros.

“Quando o rio e o ar estiverem sujos, quando o ser humano houver se perdido completamente da linha da vida, quando os animais estiverem ameaçados, as ancestrais árvores cruelmente abatidas, quando a doença e a tristeza estiverem dizimando o povo vermelho, virá uma nova nação, uma nova tribo.

Serão em grande número, surgirão de onde não se espera. Virão em muitas montarias, sua magia diferente, terão artes que desafiarão a compreensão. Serão de muitas cores, por isto essa tribo será conhecida como Tribo do Arco-Íris, eles virão quando o fim parecer certo, eles virão e curarão a Terra.”

Profecia dos Guerreiros do Arco-Íris, dos índios norte-americanos da nação hopi

Permita-se a esta história.

A Tribo K’uychita Xamanismo é a identidade dos rituais xamânicos conduzidos por mim, Marcelo Marques (juntamente a todos meus mestres, guias, mentores, protetores e guardiões, além da minha esposa Larissa Muller Marques, dos meus assistentes e dos “homens-fogo” que me acompanham).

A “Tribo” representa uma comunidade de estudantes e praticantes de Xamanismo, liderada por mim que, além de condutor, também sou um eterno estudante. K’uychita significa “arco-íris”, na língua quéchua, nativa do povo inca das montanhas. Dessa mesma língua temos “ayahuasca” (cipó dos espíritos), “Pachamama” (Mãe Terra) e “Machu Picchu” (velha montanha), por exemplo. O nome em qúechua foi dado como uma homenagem à ayahuasca (termo quéchua), a protagonista de nossas cerimônias.

Esta sagrada bebida tem muitos outros nomes também, mas ayahuasca é um dos mais utilizados e conhecidos. O arco-íris (k’uychita) representa todas as tribos e a união das 4 grandes nações, além de ser o símbolo da profecia hopi sobre os guerreiros do arco-íris. As 4 grandes nações, segundo a roda medicinal xamânica, são: nação do leste (povo amarelo), nação do norte (povo vermelho), nação do oeste (povo negro) e nação do sul (povo branco). E, no centro da roda medicinal, temos a representação do que seria a quinta nação, o povo do arco-íris, que representa a união das 4 grandes nações e de todas as tribos.

O arco-íris é a nossa identidade por representar a união e a esperança, profetizada há muito tempo pelos índios da tribo hopi, de que essa nação, essa nova geração é quem vai trabalhar ativamente para transformar o planeta em um lugar de completa harmonia, paz e amor entre todos os povos, em um mundo sem fronteiras, sem guerras e violência, onde prevalecerá o amor universal. Essa profecia dos guerreiros do arco-íris sempre tocou meu coração de uma maneira muito profunda. Desde a primeira vez que a li, parece que comecei a relembrar da minha essência, a luz mais profunda e verdadeira dentro de mim, e então me vi fortemente identificado como um guerreiro arco-íris.

O arco-íris também representa a minha caminhada, onde frequentei desde igrejas do Santo Daime a centros xamânicos, aprendi com diversos xamãs de linhagens diversas e integrei meus conhecimentos de cuidados integrativos e terapias holísticas a este universo, o que se reflete nas canções que canalizo/componho, desde mantras na língua sânscrita (do xamanismo indiano), a hinos no estilo do Santo Daime, canções de ayahuasca e canções xamânicas na língua lakota, da grande nação Sioux da América do Norte.

Conheci a ayahuasca em maio de 2012, em uma igreja do Santo Daime. Foi amor à primeira bebida. Sabia que era um caminho sem volta e desde então participei de vários rituais, com uma frequência bastante intensa. Comecei a conduzir cerimônias em fevereiro de 2014, para pequenos grupos de amigos. E em 2017 surgiu o projeto Tribo Arco-íris, juntamente com minha esposa, que virou Tribo K’uychita Xamanismo em 2018.

E em 2017 surgiu o projeto Tribo Arco-íris, juntamente com minha esposa, que virou Tribo K’uychita Xamanismo em 2018. Fiz diversos cursos de xamanismo, de terapeuta xamânico, curso da roda medicinal xamânica e em 2018 fiz minha iniciação xamânica, o maior divisor de águas em minha vida. Conheci muitas casas de cura, tomei ayahuasca com diversos condutores e aprendi muito. Sempre estudando, tomando muitas medicinas e me aprofundando neste caminho.

E agora, em 2021, este projeto (que antes era divulgado apenas na boca-a-boca), já oficializado e regulamentado, se apresenta para a sociedade por meio do nosso site e página no facebook e abre as portas para novos integrantes.

Essa é parte da minha história. Depois conto pra você mais sobre essa história. Meu nome é Marcelo Marques e com amor no coração e muita gratidão, assim falei. Mitakuye Oyasin – Por Todas as Nossas Relações.

Nosso Calendário de Rituais

Seja muito bem vindo(a)! Acompanhe por aqui o calendário das nossas cerimônias
de 2021.
novembro 2021
Nenhum evento encontrado!

Consciência e Sabedoria

Algumas chamadas pra você , se você sentir que este é o seu momento.
Autoconhecimento
“Conhece-te a ti mesmo”. O autoconhecimento é nosso maior tesouro e é infinito. Assim como tem um universo lá fora, tem um universo sem fim em nosso interior. Quanto você se conhece?
Expansão da consciência
Com a consciência expandida, alteramos nossa percepção da realidade, abrindo espaço para um outro ponto de vista e isso é libertador e curativo. Podemos experimentar sensações indescritíveis, ter mirações, receber ensinamentos preciosos sobre nossa vida e despertar nosso guerreiro interno. Expandir a consciência é caminhar rumo à iluminação. “A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original”
- Albert Einstein
Cura
Segundo o dr. Stanislav Grof, a consciência expandida desperta um potencial de cura intrínseco, ativa a capacidade interna que nosso ser tem de se auto curar. As medicinas da floresta estão a associadas a curas diversas, abandono de vícios e uma melhora na vida de quem as consagra, no nível físico, mental, emocional, espiritual, pessoal, relacional, entre outros.

Siga-nos no instagram e veja fotos dos nossos rituais passados